Leucemia
Leucemia aguda
As leucemias tem quatro tipos de classificação as leucemias agudas e crônicas, que por sua vez, se subdividem em linfoides ou mieloides.
Leucemias agudas geralmente são doenças agressivas nas quais a transformação maligna ocorre em células-tronco da hematopoese ou progenitores primitivos. Acredita-se que o dano genético envolva vários passos bioquímicos.
O aspecto clínico dominante da leucemia aguda é a insuficiência da médula óssea, causada pelo acumulo de blastos.Se não forem tratadas, as leucemias, as leucemias agudas são muito fatais, porém em contra partida também são as mais fáceis de curar se comparadas com as crônicas.
Diagnóstico de leucemia aguda
O diagnóstico é feito pelo hemograma e exame da medula óssea. Além da microscopia, faz-se imunofenotipagem e análises citogenéticas e molecular.
Anormalidades citogenéticas e moleculares são usadas como base de classificação e definem o prognóstico na maioria dos casos de LMA ( leucemia mieloide aguda).
Em pacientes jovens o tratamento é feito com quimioterapia intensiva é administrada em quatro blocos de cerca de uma semana cada.
O prognóstico tem melhorado bastante, em especial para pacientes abaixo de 60 anos de idade.
Transplante de células-tronco alogênicas é útil no tratamento de certo pacientes e pode ser eficiente na cura até em pacientes com doenças recidivadas.
Leucemia crônica
A LMC (leucemia crônica) corresponde a cerca de 15% dos casos de leucemia e pode ocorrer em qualquer idade, embora seja mais comum entre os 40 e os 60 anos de idade.
Os aspectos clínicos incluem anemia, sangramento e esplenomegalia. O hemograma mostra considerável neutrofilia, basofilia, presença de mielócitos e algumas células imaturas da mielopoese.
O tratamento é feito com inibidores da tirosinoquinase, imatinibe, desatinibe e nilotinibe.
As células leucêmicas podem adquirir resistência aos inibidores e o tratamento deve ser ajustado.
Referência bibliográfica: Hoftbrand, A. V. 6 ed. 2013 Fundamentos em hematologia.

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